Senhor Ferreira dos Santos, o grandi

ferreira dos santos

Só para que conste, foi este o senhor que me fez há 23 anos (mais coisa menos coisa) juntamente com uma senhora chamada Maria Clara no calor da noite da passagem de ano de 1986. Como sei deste pormenor? Faço anos em Setembro, é uma questão de contas…

 

Pois bem, este senhor é homem de muitas teorias. Desenganem-se grande parte dos cientistas que dizem ter mudado o mundo. Este senhor é que sabe. E tem uns argumentos bastante plausíveis (na cabeça dele…).

 

Bem, com este post vou só dar-vos um cheirinho daquelas patentes que só não foram registadas nem publicadas em livros porque ele é tão intelectual que gosta de partilhar os seus pensamentos de forma gratuita, normalmente durante a hora do jantar, ao som de uma qualquer novela da TVI. Profundo, ahn?

 

Para ele não existe frio, apenas a ausência de calor. A noite, foi uma coisa estúpida que inventaram, porque na verdade não passa de ausência de luz. Quanto à condução de veículos ligeiros, ele preconiza que se deve ir no meio da estrada pois é aí que vai mais seguro, porque assim tem mais margem para virar para um lado ou para o outro, caso apareça um obstáculo. Para ele não há vento, mas sim ar em movimento. Ele guarda aqueles pequenos controladores de caudal dos whiskys porque podem vir a dar jeito. Para ele, o seu Mercedes de 1986 (com a minha idade, vejam bem…) é que era um carrão. Só mudou de carro no ano passado porque recebeu uma proposta muito aliciante para comprar um outro, senão ainda andava com aquela chocolateira, aposto. Ele diz que o telemóvel dele é igualzinho e tão bom quanto o meu, e não percebe porque é que o meu foi mais caro. Há tempos pediu aos menzinhos lá da fábrica para lhe polirem os óculos porque já estavam a ficar muito riscados. Passado um mês foi comprar uns novos porque estava a sentir a vista dele a piorar. Esta semana disse que o vinho tinha muitas calorias o que, segundo ele, era bom! “- Oh papá… o que é que são calorias?” “- Então, são vitaminas para o sangue!”… Pois…

 

And so on, and so on…

 

Apesar destas pérolas, também manda umas acertadas. É tudo uma questão de equilíbrio.

 

Um bem-haja, Sr. Ferreira dos Santos!

 

*

Quem fez as ilustrações, quem foi?…

Pois é, com esta brincadeira perdi umas horinhas de praia neste Verão, mas ganhei uns eurinhos! Foi o meu primeiro trabalho na área da Engenharia Civil, durou duas semaninhas, mais coisa menos coisa, e consistiu em fazer no Google Sketchup as ilustrações que o Eng.º Rui de Sousa Camposinhos tinha feitas à mão, para editar este livro que agora vai ser lançado no dia 16 de Novembro às 18h30 na FNAC do Norteshopping. Por essa razão, ele fez questão de colocar lá o meu nome. Ena! Vou ter o meu nome num livro, vai ficar para a posteridade! xD

Revestimentos em Pedra Natural - Rui Camposinhos

Foi um prazer trabalhar com ele. Aliás… “Está a ser”, já que estou a desenvolver uns projectos a convite dele, o que de si é uma honra! :D

É uma peça este homem… Muito divertido, educado e farta-se de registar patentes… É um sinhor! Tá tudo dito… :D

Toca a ir à inauguração… e comprar o livrinho! Aviso já que não dou autógrafos… Mas só porque não me quero incomodar… Deixo isso para o Camposinhos… x)

*

Voilá! O verdadeiro ménage à trois!

Libertem-se mentes preversas e pecaminosas! No passado sábado tive o prazer de experimentar o belo do ménage à trois, no verdadeiro sentido da palavra.

Foz. 1h da manhã.

“- E se fossemos comer um crepe ao Porto Doce?”

“- Bora!”

Um prato. Um crepe. Uma bola de gelado de morango. Chantilly. Topping de chocolate. Três jovenzinhos desejosos de ceder ao pecado da gula. Três conjuntos de talheres. Três euros e setenta à vida.

Resultado?

RuteJoãoElsa

crepe

(De um crepe esquartejado não se pode esperar grande aspecto… Bruta michangada… mas é bom na mesma! :D )

Obrigada pela foto dos intervenientes, Luís.

- – -

Momento lol do dia

Uma senhora a sair do autocarro, uma outra a passar…

“- Oh! Orlinda!”

“- Oh, mulher! Ainda é viva?”

“- Ah, sua filha da puta…”  »»» Só estou a citar!!! xD

- – -

Pensamento do dia

Arranjei um exercício para melhorar a minha caixa de ar que tem andado a rebentar pelas costuras nos treinos…

Comer uma maçã com o nariz entupido e sem ser à labajona… (de boca fechada, portanto)…

Afinal, comer maçã cansa… Bués… =\

*

Agora deu-te pa seres chavala, foi?…

É… diz que sim. Andei aí uns anos perdida e agora deu-me vontade de experimentar tudo o que me apetece, mesmo sabendo de antemão que possa vir a ser uma fraude. Mas também se não tentar, nunca hei-de saber, né?… (Não é para responderem… É uma pergunta retórica. Diz que fica sempre bem e dá um toque de fino à coisa.)

Ora bem, então pó que me deu agora… Comecei por experimentar surf no ano passado quando esta verdadeira mega panca ainda não me tinha passado pela cabeça. O máximo que consegui foi por-me em cima da prancha de joelhos e vir a deslizar até atracar na areia (mas que pro…). Este ano, parece que a coisa ainda correu pior, mas o cansaço já era tanto que acabei por sair da água sem me conseguir por de pé em cima da prancha mais do que o tempo suficiente para poder gritar um “Consegui!”. Ficava-me sempre plo “Foda-se!”… Eu sei… o número de sílabas é a mesma… Mas a segunda expressão sai como se de apenas uma se tratasse (“Dass!”), qualquer coisa como 2 centésimos de segundo, que foi o tempo máximo que me conseguir aguentar em cima daquela coisa. Bem, mas não me dei por derrotada… novas ondas virão… literalmente!

Que se segue?… Ah! Hip hop. Essa coisa que já adoro desde o meu 10ano e nunca tive coragem para me meter. Primeiro porque nunca gostei do meu corpo e não o via a mexer-se como era preciso, segundo porque simplesmente não danço em público (isto não quer dizer que me ponha a dançar feita tolinha em casa… eu quando não sei, não invento, ok?). Bom (à Marcelo Rebelo de Sousa), mas aqui há tempos fui assistir a uma aula, e como gostei, mandei-me! A minha primeira aula foi há duas semanas. Foi quando fiquei a saber que a expressão corporal não é o meu forte e a minha noção de ritmo afinal é parecida com a do Jerónimo de Sousa. Mas disseram-me que era normal por ser a primeira vez e que com esforço a coisa vai lá. Dei a mim mesma um período de experimentação a ver como as coisas correm… Qualquer coisa como 2010… Próximo!

Estás-me a ver em cima dum skate? Não? Então experimenta outra vez… Ainda não?! Fogo… usa a imaginação… tá?… NÃO?! É assim tão improvável? Pode parecer… mas comprei um skate da Hot Wheels no domingo, e por via do mau feitio do São Pedro, que não quis fazer o jeito de fechar a torneirinha, só o estreei hoje… na minha garagem. Resumo da coisa: já consigo aguentar-me em cima dele uns 3m… Verdade! Agora é treinar pa partir para os ollies, kickflips e cenas várias… Não sabes do que tou a falar?… Estudasses! xD

E sai mais uma pa mesa 5! O retorno a uma paixão antiga: futsal. Decidi experimentar uma nova equipa (Amigos do Corim). Tive hoje o primeiro treino e pa já, fiquei com boa impressão. É só miúdas mais novas do que eu a dar-me baile, mas eu hei-de chegar-lhes aos calcanhares… com treino, a coisa vai :P

Por último, algo que ainda não experimentei, mas já tive a confirmação de que a aula está para perto… judo. Comecei a apreciar e a aprender um pouco mais sobre a modalidade com os jogos olímpicos em Pequim e como agora estou muito “experimentadeira” (como a Sofia disse), é mais uma em que me vou meter!

Deu-me agora uma visão… Estou a ver o meu futuro… Muitas nódoas negras, caixa de ar a rebentar pelas costuras, muito baile dado por miúdas, muita água do mar bebida, muita falta de coordenação… Hum… mas vai valer a pena :)

Voltando ao título deste post…

“Oh Elsa, mas explica-me lá uma coisa… Tu não acabaste agora o curso?”
“Sim… tou a fazer o mestrado, mas já estou a trabalhar…”
“Então e já não era altura de começares a ser mais mulherzinha… a tornares-te mais adulta?…”
“Não. Adulta já o fui no tempo em que não era pa ser. Eu sou assim. Gosto de ser diferente e fazer as coisas à minha maneira. Decidi inverter as coisas e ser adulta em chavala e ser chavala em adulta. Parece-te bem?”
“Não… quer dizer…”
“Pois, mas tu não mandas em mim. Vezes infinito.”

Se sou feliz? Pah… que te parece?… :D Acho que deixei de ser parva e comecei a dar valor às coisas devidas e desprezar as outras com que tanto me preocupava… Faço o que gosto, deixei de me preocupar tanto com o futuro e aprendi a defender-me e a lutar pelos meus direitos. Tenho pena só ter conseguido isto agora, mas não é algo que se incuta… é algo que vem de dentro… Não é Carlos? :)

*

(Às almas que conseguiram ler o texto até ao fim, é favor passar no balcão de pós-leitura para levantarem o seu Certificado de Paciência de Santo)

Fui a Lisboa… e depois?

Estive no estrangeiro. Em Lisboa, quero eu dizer. Nessa terra em as pessoas para falar têm limite na abertura de boca e as palavras saem com muita corrente de arssss… Essa bela localidade é repleta de gente fina e trolhas que não trocam os “bês” pelos “bês”. Apesar disso, também sabem dizer “foda-se!” e não foi da boca de um trolha que o ouvi, entenda-se. Logo a abrir apareceu-me uma “mitra” (“guna” em lisbonês) a perguntar-me se “orientava uns cêntimos pa tomar um café”. Sim, lá há gunas versão feminina. No Vasco da Gama (centro comercial) as portas de entrada em frente à Estação do Oriente estão a ser testadas pelo LNEC para certificação das borrachas. Pela quantidade de vezes que as portas abrem e fecham, vão ser precisos dois livros do Excel para contabilizar toda a amostragem. Em Lisboa há semáforos para peões que têm contagem decrescente para sabermos quanto tempo temos para atravessar. Há mais táxis à porta da estação do que formigas no meu jardim e menos lugares de estacionamento do que brincos na minha mesinha de cabeceira. Lá há empregados de mesa brasileiros em restaurantes que vendem francesinhas (!). Enquanto que no Porto chamamos cimbalino à bica deles, eles chamam pingo ao nosso pingo. Aqui há o Isqueiro na Maia, e para não ficarem atrás, construiram logo duas coisas iguais, uma de cada lado do Vasco da Gama e deram-lhes nomes de anjos protectores. Em Lisboa também há gente simpática. Fui lá em trabalho a uma reunião de obra e aproveitei para ir dar uma volta ao estaleiro. Como não levei capacete, ofereceram-me um. Azar do caraças, depois tive que andar a passear com aquilo pela Estação do Oriente e por pouco não me vieram perguntar se também tinha joelheiras e cotoveleiras. Vi expressões com vontade de o fazer. Bom. Lisboa até nem é má de todo. Tem obras para me dar trabalho, gente que até ouve o que eu tenho para dizer (“Diga, diga, Eng.ª Elsa…” LOL) e chama-me engenheira e eu nem sequer estagiária sou. Lisboa também tem coisas boas, tais como comboio para o Porto.

(Aos meus amigos lisboetas, um bem-hajam! :D )

*

Diz que tenho tido sorte…

Que piadão que tem um blog em que só são postados vídeos… Mas o que é facto que a minha mania de escrever só porque me apetece cada vez é mais escassa, não porque não tenha coisas para contar, mas porque me dá a preguiça, verdade seja dita… Mas hoje apeteceu-me, prontos…

Estive em Soria. Para além do grupo ter sido qualquer coisa de agradável e surpreendente, o lugar era bastante sossegado e respirava-se cinema durante o tempo que lá estive. Yolanda e José Luis foram os tutores (vénia a estes senhores), Elena e Vitor os companheiros espanhóis, Carolina, Mariana-Porto, Mariana-Lisboa, Fernando e André os de cá que tiveram a mesma sorte que eu (ou melhor… mereceram mesmo, eu é que caí lá de pára-quedas…). Bom, em poucas palavras, posso dizer que foram uns dias muito bem passados e que o que me valem agoram são as fotos e vídeos que me trazem à memória momentos de parvalheira que são sempre muito bons de recordar.

Depois disto, arriscámos numa maratona de 2 semanas para preparar, rodar e editar uma curta-metragem, coisa que não correu da melhor forma, mas que pelo menos serviu de experiência para uma próxima vez em que as coisas possam ser planeadas e feitas com tempo. Eu, em paralelo, tentei fazer uma de minha total responsabilidade, mas a coisa também não correu lá muito bem e nem foi a concurso sequer, porque, simplesmente, as novas tecnologias não gostam de mim e ponto final.

Seguinte! Tava eu na FEUP a tratar da inscrição e cenas várias, quando me aparece o “Sr.-Meu-Ídolo”, Eng.º Rui de Sousa Camposinhos que me pergunta: “A Elsa está à procura de emprego?”…… Pois… Ora bem, à procura não estava, era um facto, mas se surgiu uma proposta, bem burra era se não aproveitasse, nera?… Com isto, lá se foram os meus planos de passar um ano a laurear a pevide com meia dúzia de cadeiras para fazer e muito tempo livre para ocupar como bem me apetecesse. Não posso dizer que esteja mal, pelo contrário, tomara a muitos ter tido a minha oportunidade, mas podia tar a “fazer-nenhuns” e não estou. O que se passa agora é que ando borradinha de medo à espera do dia em que vou fazer a primeira asneira… porque esse dia há-de vir, dê por onde der… :\ Por enquanto acho que vou conseguindo dar conta do recado, mas dias de maior stress virão com toda a certeza…

Ah! Pormenor: pensava que ia ter três cadeiras e a tese de mestrado, mas afinal parece que só tenho que fazer a tese. Olha que chato… Assim vou ter dois semestres, portanto, tempo que sobra, para poder fazer uma coisinha minimamente decente e já não tenho que me preocupar mais com fazer exames, o que para mim era sempre um castigo…

Para acabar, o melhor momento da semana, que foi precisamente hoje, enquanto estava a ouvir o programa “Laboratolarilolela” (acho que é assim…) da Antena 3. Resumindo, parti-me a rir sozinha e pus os meus colegas de trabalho a olhar para mim com cara de parvos… Enjoy! César Pedro! O meu ídolo na arte de realizar vídeo-clips! xD

Até um dia destes!

*

“eu tenho dois amores, que em nada são iguais…”

Façam um favor a vocês mesmos… Sejam felizes :D

Nunca lá fui… mas diz que é espetacular…

Pois bem, diz que é já amanhã que vou pa Soria para o Curso de Interpretação Cinematográfica por via de uma Bolsa oferecida pela Câmara Municipal da Maia. São uns fixes :D

Nunca lá fui, mas espero aprender cenas várias, nomeadamente algumas, no que toca a cinema. Sou a mais mitra que para lá vai, contudo conto voltar a saber mais do que o que sei. Mineuailes, estive a ver a meteorologia para aqueles lados e… diz que vai ser espetacular! Inclusivio vamos ter sol de noite… “xis-dê” <private joke>

tempo em soria

Foi um gosto falar consigo.

Até uma próxima oportunidade ;)

*

O meu nome é Elsa, muito prazer em conhecê-lo.

O meu nome é Elsa, muito prazer em conhecê-lo.
Ora bem, se não sabias, ficas a saber…
Tenho paciência pa ouvir os berros da minha mãe, mas não tenho pa ouvir os do meu sobrinho. Sou muito perfeccionista naquilo que me dá gosto fazer e no que não me dá sou uma baldas. Umas vezes so uma “workaholic” outras sou uma perguiçosa de primeira. Só tenho o sistema de “espírito de sacrifício” ligado de vez em quando e por vezes irrita-me não conseguir ligá-lo só porque me dá jeito. Gosto de chegar sempre a horas, mas há sempre qualquer coisa que me atrasa (nunca é culpa minha!…). Apesar de pensarem que sou uma “nerd”, estudar é coisa pela qual tenho um especial ódio. Um dos meus maiores prazeres na vida é dormir, mas não me importo de dormir pouco se tiver gosto em ficar acordada até tarde. Há sempre qualquer merda a importunar-me a cabeça mas faço questão de tentar fazer parecer que está tudo bem. Costumo guardar os desabafos para mim e depois só me lixo. Sou tão santa que se alguém me fizer mal, passado algum tempo já não me lembro de nada e até sou eu quem vai ter com a outra pessoa como se nada tivesse acontecido. Tenho pouca memória de momentos difíceis mas às vezes lembro-me de cenas insignificantes. Tanto gosto de ouvir música jazz e clássica como house e r’nd b – é pó lado que estiver. Sou capaz de abrir os meus 4 emails umas 10 vezes cada por dia pa saber se há novidades e ao mesmo tempo pode-me dar pa não abrir aquilo sequer durante uma semana. Sou uma viciada em MSN mas na minha lista é mais o pessoal que deixa aquilo ligado “pó caso” (e nem sequer tá perto…) do que os que vão pa lá po paleio – eu também já fui assim. Tenho panca com erros ortográficos e fico doente quando escrevo um e não me apercebo. Às vezes dá-me pa levar catálogos dos hipermercados e “vortens” para a casa-de-banho pa ter algo que fazer nos entretantos. Também costumo usar o WC como espaço de meditação. Tanto sou parva como nenhum homem consegue ser, como sou MUITO lamechas como nenhuma mulher consegue ser. É raro chorar num filme ou série por ter o botão “racional” quase sempre on e saber perfeitamente que à volta de uma cena tá montes de pessoal e a música não consta do momento, é algo que se mete depois. Se acontecer, é porque, a meu ver, ficou muito bem disfarçado. Quando conheço alguém a primeira coisa pa que olho é para as mãos e dentes. Passei muitas vezes por rapazinho em pequena e houve até uma vez que perceberam “Nelson” quando lhes disse que me chamava “Elsa”… [trauma]. Em pequena adorava legos, construir casas e desenhar altas plantas pa minha futura casa e foi daí que suguei do meu inconsciente a minha vocação profissional (por acaso até ao momento ainda não me arrependi…). Deitava os “playmobils” para não terem que ficar toda a noite de pé (podiam-se cansar…). Tinha um kart de pedais e consegui uma vez pôr-me a andar em duas rodas, tal e qual o Kitt (ah poisé! a minha irmã assistiu!! :) ). Tinha a mania de fazer das caixas de bombons o meu laptop. Dava-me com gunas e agora nem arrisco falar com eles sequer. Adoro amendoins mas fazem-me mal comó raio. Na carne à alentejana deixo sempre as castanhas para o fim. Quando estou a comer batatas fritas de pacote no prato, deixo as maiores para o fim. Detesto peixe cozido e muita da variedade que há de peixe, mas adoro bacalhau. Gosto de Ice Tea de pêssego, mas detesto Nestea de pêssego. Bebo chá todos os dias, e se der, várias vezes até. Detesto café. Detesto o cheiro a tabaco. Sou muito tímida com quem não conheço bem e uma trenga com quem estou à vontade. Todos os dias de manhã, quando acordo, a primeira coisa que faço é estalar as costas. Eu digo que não ressono, mas há quem diga que sim. Sei fazer bem de conta que estou a dormir quando não de me dá jeito dar a entender que estou acordada. Tenho o sono muito leve e com qualquer coisinha acordo. Não consigo fazer “fretes”, se não estou à vontade, não estou e demonstro isso. Adoro rir mas prendo muitas vezes o choro. Adoro fazer surpresas a quem venero. Gosto mais de dar do que receber presentes. Quando faço anos peço ao pessoal para não me dar nada a não ser um postal. Colecciono postais. Às vezes apetece-me mandar a minha mãe a baixo de Braga, outras dizer-lhe o quanto a amo e nunca fui capaz. Há alturas em que faço de conta que não ouço os meus pais para não me darem mais que fazer. Escrevo melhor do que falo e por vezes poliço a falar. Ataques de riso e parvalhice são essenciais todos os dias, se não os tenho, fico chata cumá putassa. Tenho problemas em todo o aparelho digestivo, reumatismo e bronquite asmática, não dispenso o belo do cobertorzinho nas pernas e o aquecedor no inverno, quando me dão letra não me calo e se estou aborrecida ninguém me atura, portanto não me vai custar muito ser velha. DETESTO QUE ME IGNOREM e costumo ter cuidado para não fazer isso aos outros (“não faças aos outros aquilo que não gostas que te façam a ti”, so I’ve heard…). Sou muito exigente comigo mesma (e também com os outros) e é muito difícil surpreender-me. Ao entregarem-me uma prenda não tentem perceber se gostei muito ou detestei. Normalmente a expressão é igual. Sou muito contida em emoções do género, portanto há quem tenha dificuldade em perceber o que me vai na cabeça realmente. Não jogo nada de jeito futsal, mas faço questão de jogar e ser eu a marcar os joguinhos ao sábado. Não consigo passar um dia sem ouvir música e se vou pó ginásio sem o MP3, já não me corre tão bem o treino. Tenho a mania que sei jogar tudo e mais alguma coisa, mas tenho medo de me aleijar a fazer ginástica, portanto detesto. Apesar de parecer, não sou lambe-botas. Topo-os à distância e detesto-os. Quando fico a conversar com um prof no final da aula não é para lhe dar graxa, mas para aprender mais com eles. Sério sério. Ainda hoje há gente da escola preparatória que sabe o meu nome (profs e empregados). Era muito social em pequena, depois houve aí um tempo em que me tornei anti-social e agora tou a tentar voltar a dar-me com toda a gente porque só se ganha com isso. Muitas vezes sou mal-educada para quem não merece quando estou stressada com alguma coisa (nomeadamente família…). Tenho a mania que sou muito organizada mas chateia-me arrumar a minha secretária e o meu armário. Gosto de fazer massagens, mas só se estiver para aí virada. Gosto de música de elevador mas não me sinto nada confortável com uma pessoa desconhecida ao lado (não tenho jeito para “desbloqueadores de conversa” nestas situações). Sou uma fraude no campo da “noite”. Às vezes prefiro ficar em casa a ver um filme do que sair. Não tenho paciência para explicar ao meu pai cenas básicas no computador, prefiro fazer-lhas. Não tenho paciência para as pingarelhices da minha mãe. Detesto fofoquices. Detesto falar de futebol com benfiquistas. Detesto o facto de não ser aventureira nem arricar muito e jogar sempre pelo seguro. Detesto o facto de só optar pelo pensamento “terra-a-terra” e ser TÃO racional. Tenho a panca de olhar para o relógio quando estou deitada e só me levantar a horas certas (tipo… aos minutos das dezenas redondas). Passo-me com gente que se faz de bêbada. Detesto pessoal “artificial” (nomeadamente gajas, né…). Sou muito prática no que toca a vestir, mas gostava de ser menos. Detesto gente “fófinha” com conversas da treta.
Lamento.
Sou assim.

Andei a ler uns blogs novos e vi lá uma ideia brutal: “como conhecer uma pessoa em 5min!”. Então, com o consentimento da autora, decidi copiar a ideia.

Obrigadinha Carolina! (“Quem cala consente”, né? :P )

Ora bem, se não sabias, ficas a saber…

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Tenho paciência pa ouvir os berros da minha mãe, mas não tenho pa ouvir os do meu sobrinho. Sou muito perfeccionista naquilo que me dá gosto fazer e no que não me dá sou uma baldas. Umas vezes so uma “workaholic” outras sou uma perguiçosa de primeira. Só tenho o sistema de “espírito de sacrifício” ligado de vez em quando e por vezes irrita-me não conseguir ligá-lo só porque me dá jeito. Gosto de chegar sempre a horas, mas há sempre qualquer coisa que me atrasa (nunca é culpa minha!…). Apesar de pensarem que sou uma “nerd”, estudar é coisa pela qual tenho um especial ódio. Um dos meus maiores prazeres na vida é dormir, mas não me importo de dormir pouco se tiver gosto em ficar acordada até tarde. Há sempre qualquer merda a importunar-me a cabeça mas faço questão de tentar fazer parecer que está tudo bem. Costumo guardar os desabafos para mim e depois só me lixo. Sou tão santa que se alguém me fizer mal, passado algum tempo já não me lembro de nada e até sou eu quem vai ter com a outra pessoa como se nada tivesse acontecido. Tenho pouca memória de momentos difíceis mas às vezes lembro-me de cenas insignificantes. Tanto gosto de ouvir música jazz e clássica como house e r’nd b – é pó lado que estiver. Sou capaz de abrir os meus 4 emails umas 10 vezes cada por dia pa saber se há novidades e ao mesmo tempo pode-me dar pa não abrir aquilo sequer durante uma semana. Sou uma viciada em MSN mas na minha lista é mais o pessoal que deixa aquilo ligado “pó caso” (e nem sequer tá perto…) do que os que vão pa lá po paleio – eu também já fui assim. Tenho panca com erros ortográficos e fico doente quando escrevo um e não me apercebo.

15_09_07_2Às vezes dá-me pa levar catálogos dos hipermercados e “vortens” para a casa-de-banho pa ter algo que fazer nos entretantos. Também costumo usar o WC como espaço de meditação. Tanto sou parva como nenhum homem consegue ser, como sou MUITO lamechas como nenhuma mulher consegue ser. É raro chorar num filme ou série por ter o botão “racional” quase sempre on e saber perfeitamente que à volta de uma cena tá montes de pessoal e a música não consta do momento, é algo que se mete depois. Se acontecer, é porque a coisa ficou muito bem disfarçada. Quando conheço alguém, a primeira coisa pa que olho é para as mãos e dentes. Adoro covinhas e cabelo encaracolado. Não sou dada a pulseiras, nem relógios, nem a acessórios vários. Passei muitas vezes por rapazinho em pequena e houve até uma vez que perceberam “Nelson” quando lhes disse que me chamava “Elsa”… [trauma]. Em pequena adorava legos, construir casas e desenhar altas plantas pa minha futura casa e foi daí que suguei do meu inconsciente a minha vocação profissional (por acaso até ao momento ainda não me arrependi…). Deitava os “playmobils” para não terem que ficar toda a noite de pé (podiam-se cansar…). camaleãoTinha um kart de pedais e consegui uma vez pôr-me a andar em duas rodas, tal e qual o Kitt (ah poisé! a minha irmã assistiu!! :) ). Tinha a mania de fazer das caixas de bombons o meu “laptop”. Dava-me com gunas e agora nem arrisco falar com eles sequer. Adoro amendoins mas fazem-me mal comó raio. Na carne à alentejana deixo sempre as castanhas para o fim. Quando estou a comer batatas fritas de pacote no prato, deixo as maiores para o fim. Detesto peixe cozido e muita da variedade que há de peixe, mas adoro bacalhau. Gosto de Ice Tea de pêssego, mas detesto Nestea de pêssego. Bebo chá todos os dias, e se der, várias vezes até. Detesto café. Detesto o cheiro a tabaco. Sou muito tímida com quem não conheço bem e uma trenga com quem estou à vontade. Todos os dias de manhã, quando acordo, a primeira coisa que faço é estalar as costas. Eu digo que não ressono, mas há quem diga que sim. Sei fazer bem de conta que estou a dormir quando não de me dá jeito dar a entender que estou acordada. Tenho o sono muito leve e com qualquer coisinha acordo. elsa_figueiraNão consigo fazer “fretes”, se não estou à vontade, não estou e demonstro isso. Adoro rir mas prendo muitas vezes o choro. Adoro fazer surpresas a quem venero. Gosto mais de dar do que receber presentes. Quando faço anos peço ao pessoal para não me dar nada a não ser um postal. Colecciono postais. Às vezes apetece-me mandar a minha mãe abaixo de Braga, outras dizer-lhe o quanto a amo e nunca fui capaz. Há alturas em que faço de conta que não ouço os meus pais para não me darem mais que fazer. Escrevo melhor do que falo e por vezes poliço a falar. Ataques de riso e parvalhice são essenciais todos os dias, se não os tenho, fico chata cumá putassa. Tenho problemas em todo o aparelho digestivo, reumatismo e bronquite asmática, não dispenso o belo do cobertorzinho nas pernas e o aquecedor no inverno, quando me dão letra não me calo e se estou aborrecida ninguém me atura, portanto não me vai custar muito ser velha. 11.09.06DETESTO QUE ME IGNOREM e costumo ter cuidado para não fazer isso aos outros (“não faças aos outros aquilo que não gostas que te façam a ti”, so I’ve heard…). Quando me tiram fotos com flash a minha pálpebra esquerda, por ser muito sensível, fecha-se e fico sempre com uma ar de tona. Consigo dobrar a língua em “U”. Consigo mexer as narinas. Consigo levantar só a sobrancelha esquerda. Sou muito exigente comigo mesma (e também com os outros) e é muito difícil surpreender-me. Ao entregarem-me uma prenda não tentem perceber se gostei muito ou detestei. Normalmente a expressão é igual. Sou muito contida em emoções do género, portanto há quem tenha dificuldade em perceber o que me vai na cabeça realmente. Não jogo nada de jeito futsal, mas faço questão de jogar e ser eu a marcar os joguinhos ao sábado. Não consigo passar um dia sem ouvir música e se vou pó ginásio sem o MP3, já não me corre tão bem o treino. Tenho a mania que sei jogar tudo e mais alguma coisa, mas tenho medo de me aleijar a fazer ginástica, portanto detesto. Apesar de parecer, não sou lambe-botas. Topo-os à distância e detesto-os. Quando fico a conversar com um prof no final da aula não é para lhe dar graxa, mas para aprender mais com eles. Sério sério. Ainda hoje há gente da escola preparatória que sabe o meu nome (profs e empregados). Era muito social em pequena, depois houve aí um tempo em que me tornei anti-social e agora tou a tentar voltar a dar-me com toda a gente porque só se ganha com isso. Muitas vezes sou mal-educada para quem não merece quando estou stressada com alguma coisa (nomeadamente família…). keima06Tenho a mania que sou muito organizada mas chateia-me arrumar a minha secretária e o meu armário. Gosto de fazer massagens, mas só se estiver para aí virada. Gosto de música de elevador mas não me sinto nada confortável com uma pessoa desconhecida ao lado (não tenho jeito para “desbloqueadores de conversa” nestas situações). Sou uma fraude no campo da “noite”. Às vezes prefiro ficar em casa a ver um filme do que sair. Não tenho paciência para explicar ao meu pai cenas básicas no computador, prefiro fazer-lhas. Não tenho paciência para as pingarelhices da minha mãe. Detesto fofoquices. Detesto falar de futebol com benfiquistas. Detesto o facto de não ser aventureira nem arricar muito e jogar sempre pelo seguro. Detesto o facto de só optar pelo pensamento “terra-a-terra” e ser TÃO racional. Tenho a panca de olhar para o relógio quando estou deitada e só me levantar a horas certas (tipo… aos minutos das dezenas redondas). Passo-me com gente que se faz de bêbada. Detesto pessoal “artificial” (nomeadamente gajas, né…). Sou muito prática no que toca a vestir, mas gostava de ser menos. Detesto gente “fófinha” com conversas da treta.

Lamento.

Sou assim.