Santinho!

Sou só eu ou há mais alguém que não percebe o porquê de ainda ter que se dizer “santinho!” quando alguém espirra? Gente do antigamente disse-me que isso se dizia porque se pensava que quando alguém espirrava era porque um espírito lhe estava a sair do corpo. Então, para que não fosse um espírito feio e mau, diziam isso como que um lançar de água benta pa cima das pessoas.

 

Pois bem, mas isso é um bocado parvo. Toda a gente sabe que espirra porque tem uma impressãozinha no nariz ou então porque apanhou um viru, normalmente uma gripezita ou assim. Se assim é, pa que é que é preciso continuar a dizer “santinho!”? E porque é que se não dizemos as pessoas que espirram ficam ofendidas e somos tomados como mal-educados? Não percebo… Pelo menos uma das três pessoas e meia que acompanham este blog que me diga, se souber.

 

É isso e o facto de termos que dizer “com licença” quando arrotamos. Normalmente pede-se com licença quando AINDA VAMOS fazer qualquer coisa, ou não é? Agora, quando já a fizemos, de que é que isso adianta?…

 

Mais uma! Quando damos uma cacetada a alguém SEM QUERER e pedimos desculpa; se pedimos, somos educados, se não pedimos, não estudamos bem o livro das boas maneiras. Mas se não foi de propósito, vamos tar a pedir desculpa porquê?…

 

“- Dúvidas existenciais a estas horas, Elsa? Podia-te dar pa pior…”

“- «Poder, podia. Mas não era a mesma coisa…»”

 

Mas já que se falou em espirros, aqui vai um brinde:

 

 

[Há gente que espirra com estilo... ou então não!]

 

Bom fim-de-semana!

 

*

Analogias à Camposinhos com batata a murro

 

“Se lhe puxam a saia pa baixo vê-se-lhe o rabo,
se lha puxam pa cima vêem-se-lhe as pernas!…

 

Pois…

 

Isto foi o que o Eng.º Camposinhos disse quando já se estava a passar com a indecisão de uns clientes para quem estamos a desenvolver uns trabalhos. Eu não queria dizer nada, mas tem novamente que ver com arquitectos… Não é a mania da perseguição, são factos!…

 

Também já houve dias em que ele comparou um edifício alto a uma vassoura, ou uma ardósia a um jesuíta.

 

São momentos de pura inspiração estes.

 

Agora deixo-vos uma cena que já me mostraram há algum tempo, mas como andei nestes últimos dias a formatar o pc, encontrei e decidi partilhar só porque sim.

 

Ora bem, o que têm a fazer é descarregar este audio, colocar uns belos duns phones (não dá o mesmo efeito se for com colunas) e concentrarem-se. Não é daquelas cenas parvas que aparece uma música calminha e de repente alguém manda um berro pa assustar. Não. É uma cena altamente, sério.


Bom quase-fim-de-semana!

 

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Bypass de parvoíce

Não me lixem. Há dias assim, em que não temos razões para nos queixarmos, mas não estamos bem cá dentro.

 

Ninguém me chateou no gabinete. Pelo contrário. Fartaram-se de se meter comigo hoje. O meu chefe foi lá fazer uma visita mas não foi para me dar na cabeça. A minhã mãe não me moeu o juízo nem o meu pai me trouxe preocupações. Nem sequer falei com a minha irmã hoje, mas tanto quanto sei está tudo bem com ela. Hoje o som das notícias da televisão foi interrompido por um “Exa!” do meu sobrinho que abriu os braços para me pedir colo. Agarrou-se ao meu pescoço e deu-me um beijo à passarinho enquanto me fazia festinhas no cabelo. Hoje o Dany acordou meio morcão mas à noite ninguém o fazia parar de dar saltos. O Ringo já é mais molengão, mas continua a abanar o rabo e a encostar a cabeça à minha perna enquanto tomo o meu leite com cereais. Hoje o meu anjinho da guarda não estava nos dias dele e ainda assim foi capaz de me arrancar uns sorrisos. Não apanhei trânsito e a facilidade em estacionar o carro perto foi a do costume. Não tenho contas por pagar. Está aí à porta um carro para mim novinho em folha. Fiz o jantar e a coisa nem correu mal de todo. Tenho andado a fazer coisas que deixei pendentes quando era “adulta”.

 

Não percebo. Devia andar radiante.

 

Às tantas não passo de uma egoísta que só não está bem porque não está, porque não tem razões para estar assim. Há gente com problemas bem complicados e sorriem como se a vida lhes corresse às mil maravilhas. Eu, reagindo assim, até parece que estou a pedir algo para me preocupar. Mas não estou. Só me sinto assim hoje, porque sim. Porque às vezes me dá para estar assim e não sei bem porquê.

 

Vou beber um chá e fazer por dormir.

 

Amanhã vou-me por fina… Espero.

 

*

Senhor Ferreira dos Santos, o grandi

ferreira dos santos

Só para que conste, foi este o senhor que me fez há 23 anos (mais coisa menos coisa) juntamente com uma senhora chamada Maria Clara no calor da noite da passagem de ano de 1986. Como sei deste pormenor? Faço anos em Setembro, é uma questão de contas…

 

Pois bem, este senhor é homem de muitas teorias. Desenganem-se grande parte dos cientistas que dizem ter mudado o mundo. Este senhor é que sabe. E tem uns argumentos bastante plausíveis (na cabeça dele…).

 

Bem, com este post vou só dar-vos um cheirinho daquelas patentes que só não foram registadas nem publicadas em livros porque ele é tão intelectual que gosta de partilhar os seus pensamentos de forma gratuita, normalmente durante a hora do jantar, ao som de uma qualquer novela da TVI. Profundo, ahn?

 

Para ele não existe frio, apenas a ausência de calor. A noite, foi uma coisa estúpida que inventaram, porque na verdade não passa de ausência de luz. Quanto à condução de veículos ligeiros, ele preconiza que se deve ir no meio da estrada pois é aí que vai mais seguro, porque assim tem mais margem para virar para um lado ou para o outro, caso apareça um obstáculo. Para ele não há vento, mas sim ar em movimento. Ele guarda aqueles pequenos controladores de caudal dos whiskys porque podem vir a dar jeito. Para ele, o seu Mercedes de 1986 (com a minha idade, vejam bem…) é que era um carrão. Só mudou de carro no ano passado porque recebeu uma proposta muito aliciante para comprar um outro, senão ainda andava com aquela chocolateira, aposto. Ele diz que o telemóvel dele é igualzinho e tão bom quanto o meu, e não percebe porque é que o meu foi mais caro. Há tempos pediu aos menzinhos lá da fábrica para lhe polirem os óculos porque já estavam a ficar muito riscados. Passado um mês foi comprar uns novos porque estava a sentir a vista dele a piorar. Esta semana disse que o vinho tinha muitas calorias o que, segundo ele, era bom! “- Oh papá… o que é que são calorias?” “- Então, são vitaminas para o sangue!”… Pois…

 

And so on, and so on…

 

Apesar destas pérolas, também manda umas acertadas. É tudo uma questão de equilíbrio.

 

Um bem-haja, Sr. Ferreira dos Santos!

 

*

Quem fez as ilustrações, quem foi?…

Pois é, com esta brincadeira perdi umas horinhas de praia neste Verão, mas ganhei uns eurinhos! Foi o meu primeiro trabalho na área da Engenharia Civil, durou duas semaninhas, mais coisa menos coisa, e consistiu em fazer no Google Sketchup as ilustrações que o Eng.º Rui de Sousa Camposinhos tinha feitas à mão, para editar este livro que agora vai ser lançado no dia 16 de Novembro às 18h30 na FNAC do Norteshopping. Por essa razão, ele fez questão de colocar lá o meu nome. Ena! Vou ter o meu nome num livro, vai ficar para a posteridade! xD

Revestimentos em Pedra Natural - Rui Camposinhos

Foi um prazer trabalhar com ele. Aliás… “Está a ser”, já que estou a desenvolver uns projectos a convite dele, o que de si é uma honra! :D

É uma peça este homem… Muito divertido, educado e farta-se de registar patentes… É um sinhor! Tá tudo dito… :D

Toca a ir à inauguração… e comprar o livrinho! Aviso já que não dou autógrafos… Mas só porque não me quero incomodar… Deixo isso para o Camposinhos… x)

*

Voilá! O verdadeiro ménage à trois!

Libertem-se mentes preversas e pecaminosas! No passado sábado tive o prazer de experimentar o belo do ménage à trois, no verdadeiro sentido da palavra.

Foz. 1h da manhã.

“- E se fossemos comer um crepe ao Porto Doce?”

“- Bora!”

Um prato. Um crepe. Uma bola de gelado de morango. Chantilly. Topping de chocolate. Três jovenzinhos desejosos de ceder ao pecado da gula. Três conjuntos de talheres. Três euros e setenta à vida.

Resultado?

RuteJoãoElsa

crepe

(De um crepe esquartejado não se pode esperar grande aspecto… Bruta michangada… mas é bom na mesma! :D )

Obrigada pela foto dos intervenientes, Luís.

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Momento lol do dia

Uma senhora a sair do autocarro, uma outra a passar…

“- Oh! Orlinda!”

“- Oh, mulher! Ainda é viva?”

“- Ah, sua filha da puta…”  »»» Só estou a citar!!! xD

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Pensamento do dia

Arranjei um exercício para melhorar a minha caixa de ar que tem andado a rebentar pelas costuras nos treinos…

Comer uma maçã com o nariz entupido e sem ser à labajona… (de boca fechada, portanto)…

Afinal, comer maçã cansa… Bués… =\

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Agora deu-te pa seres chavala, foi?…

É… diz que sim. Andei aí uns anos perdida e agora deu-me vontade de experimentar tudo o que me apetece, mesmo sabendo de antemão que possa vir a ser uma fraude. Mas também se não tentar, nunca hei-de saber, né?… (Não é para responderem… É uma pergunta retórica. Diz que fica sempre bem e dá um toque de fino à coisa.)

Ora bem, então pó que me deu agora… Comecei por experimentar surf no ano passado quando esta verdadeira mega panca ainda não me tinha passado pela cabeça. O máximo que consegui foi por-me em cima da prancha de joelhos e vir a deslizar até atracar na areia (mas que pro…). Este ano, parece que a coisa ainda correu pior, mas o cansaço já era tanto que acabei por sair da água sem me conseguir por de pé em cima da prancha mais do que o tempo suficiente para poder gritar um “Consegui!”. Ficava-me sempre plo “Foda-se!”… Eu sei… o número de sílabas é a mesma… Mas a segunda expressão sai como se de apenas uma se tratasse (“Dass!”), qualquer coisa como 2 centésimos de segundo, que foi o tempo máximo que me conseguir aguentar em cima daquela coisa. Bem, mas não me dei por derrotada… novas ondas virão… literalmente!

Que se segue?… Ah! Hip hop. Essa coisa que já adoro desde o meu 10ano e nunca tive coragem para me meter. Primeiro porque nunca gostei do meu corpo e não o via a mexer-se como era preciso, segundo porque simplesmente não danço em público (isto não quer dizer que me ponha a dançar feita tolinha em casa… eu quando não sei, não invento, ok?). Bom (à Marcelo Rebelo de Sousa), mas aqui há tempos fui assistir a uma aula, e como gostei, mandei-me! A minha primeira aula foi há duas semanas. Foi quando fiquei a saber que a expressão corporal não é o meu forte e a minha noção de ritmo afinal é parecida com a do Jerónimo de Sousa. Mas disseram-me que era normal por ser a primeira vez e que com esforço a coisa vai lá. Dei a mim mesma um período de experimentação a ver como as coisas correm… Qualquer coisa como 2010… Próximo!

Estás-me a ver em cima dum skate? Não? Então experimenta outra vez… Ainda não?! Fogo… usa a imaginação… tá?… NÃO?! É assim tão improvável? Pode parecer… mas comprei um skate da Hot Wheels no domingo, e por via do mau feitio do São Pedro, que não quis fazer o jeito de fechar a torneirinha, só o estreei hoje… na minha garagem. Resumo da coisa: já consigo aguentar-me em cima dele uns 3m… Verdade! Agora é treinar pa partir para os ollies, kickflips e cenas várias… Não sabes do que tou a falar?… Estudasses! xD

E sai mais uma pa mesa 5! O retorno a uma paixão antiga: futsal. Decidi experimentar uma nova equipa (Amigos do Corim). Tive hoje o primeiro treino e pa já, fiquei com boa impressão. É só miúdas mais novas do que eu a dar-me baile, mas eu hei-de chegar-lhes aos calcanhares… com treino, a coisa vai :P

Por último, algo que ainda não experimentei, mas já tive a confirmação de que a aula está para perto… judo. Comecei a apreciar e a aprender um pouco mais sobre a modalidade com os jogos olímpicos em Pequim e como agora estou muito “experimentadeira” (como a Sofia disse), é mais uma em que me vou meter!

Deu-me agora uma visão… Estou a ver o meu futuro… Muitas nódoas negras, caixa de ar a rebentar pelas costuras, muito baile dado por miúdas, muita água do mar bebida, muita falta de coordenação… Hum… mas vai valer a pena :)

Voltando ao título deste post…

“Oh Elsa, mas explica-me lá uma coisa… Tu não acabaste agora o curso?”
“Sim… tou a fazer o mestrado, mas já estou a trabalhar…”
“Então e já não era altura de começares a ser mais mulherzinha… a tornares-te mais adulta?…”
“Não. Adulta já o fui no tempo em que não era pa ser. Eu sou assim. Gosto de ser diferente e fazer as coisas à minha maneira. Decidi inverter as coisas e ser adulta em chavala e ser chavala em adulta. Parece-te bem?”
“Não… quer dizer…”
“Pois, mas tu não mandas em mim. Vezes infinito.”

Se sou feliz? Pah… que te parece?… :D Acho que deixei de ser parva e comecei a dar valor às coisas devidas e desprezar as outras com que tanto me preocupava… Faço o que gosto, deixei de me preocupar tanto com o futuro e aprendi a defender-me e a lutar pelos meus direitos. Tenho pena só ter conseguido isto agora, mas não é algo que se incuta… é algo que vem de dentro… Não é Carlos? :)

*

(Às almas que conseguiram ler o texto até ao fim, é favor passar no balcão de pós-leitura para levantarem o seu Certificado de Paciência de Santo)

Fui a Lisboa… e depois?

Estive no estrangeiro. Em Lisboa, quero eu dizer. Nessa terra em as pessoas para falar têm limite na abertura de boca e as palavras saem com muita corrente de arssss… Essa bela localidade é repleta de gente fina e trolhas que não trocam os “bês” pelos “bês”. Apesar disso, também sabem dizer “foda-se!” e não foi da boca de um trolha que o ouvi, entenda-se. Logo a abrir apareceu-me uma “mitra” (“guna” em lisbonês) a perguntar-me se “orientava uns cêntimos pa tomar um café”. Sim, lá há gunas versão feminina. No Vasco da Gama (centro comercial) as portas de entrada em frente à Estação do Oriente estão a ser testadas pelo LNEC para certificação das borrachas. Pela quantidade de vezes que as portas abrem e fecham, vão ser precisos dois livros do Excel para contabilizar toda a amostragem. Em Lisboa há semáforos para peões que têm contagem decrescente para sabermos quanto tempo temos para atravessar. Há mais táxis à porta da estação do que formigas no meu jardim e menos lugares de estacionamento do que brincos na minha mesinha de cabeceira. Lá há empregados de mesa brasileiros em restaurantes que vendem francesinhas (!). Enquanto que no Porto chamamos cimbalino à bica deles, eles chamam pingo ao nosso pingo. Aqui há o Isqueiro na Maia, e para não ficarem atrás, construiram logo duas coisas iguais, uma de cada lado do Vasco da Gama e deram-lhes nomes de anjos protectores. Em Lisboa também há gente simpática. Fui lá em trabalho a uma reunião de obra e aproveitei para ir dar uma volta ao estaleiro. Como não levei capacete, ofereceram-me um. Azar do caraças, depois tive que andar a passear com aquilo pela Estação do Oriente e por pouco não me vieram perguntar se também tinha joelheiras e cotoveleiras. Vi expressões com vontade de o fazer. Bom. Lisboa até nem é má de todo. Tem obras para me dar trabalho, gente que até ouve o que eu tenho para dizer (“Diga, diga, Eng.ª Elsa…” LOL) e chama-me engenheira e eu nem sequer estagiária sou. Lisboa também tem coisas boas, tais como comboio para o Porto.

(Aos meus amigos lisboetas, um bem-hajam! :D )

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Diz que tenho tido sorte…

Que piadão que tem um blog em que só são postados vídeos… Mas o que é facto que a minha mania de escrever só porque me apetece cada vez é mais escassa, não porque não tenha coisas para contar, mas porque me dá a preguiça, verdade seja dita… Mas hoje apeteceu-me, prontos…

Estive em Soria. Para além do grupo ter sido qualquer coisa de agradável e surpreendente, o lugar era bastante sossegado e respirava-se cinema durante o tempo que lá estive. Yolanda e José Luis foram os tutores (vénia a estes senhores), Elena e Vitor os companheiros espanhóis, Carolina, Mariana-Porto, Mariana-Lisboa, Fernando e André os de cá que tiveram a mesma sorte que eu (ou melhor… mereceram mesmo, eu é que caí lá de pára-quedas…). Bom, em poucas palavras, posso dizer que foram uns dias muito bem passados e que o que me valem agoram são as fotos e vídeos que me trazem à memória momentos de parvalheira que são sempre muito bons de recordar.

Depois disto, arriscámos numa maratona de 2 semanas para preparar, rodar e editar uma curta-metragem, coisa que não correu da melhor forma, mas que pelo menos serviu de experiência para uma próxima vez em que as coisas possam ser planeadas e feitas com tempo. Eu, em paralelo, tentei fazer uma de minha total responsabilidade, mas a coisa também não correu lá muito bem e nem foi a concurso sequer, porque, simplesmente, as novas tecnologias não gostam de mim e ponto final.

Seguinte! Tava eu na FEUP a tratar da inscrição e cenas várias, quando me aparece o “Sr.-Meu-Ídolo”, Eng.º Rui de Sousa Camposinhos que me pergunta: “A Elsa está à procura de emprego?”…… Pois… Ora bem, à procura não estava, era um facto, mas se surgiu uma proposta, bem burra era se não aproveitasse, nera?… Com isto, lá se foram os meus planos de passar um ano a laurear a pevide com meia dúzia de cadeiras para fazer e muito tempo livre para ocupar como bem me apetecesse. Não posso dizer que esteja mal, pelo contrário, tomara a muitos ter tido a minha oportunidade, mas podia tar a “fazer-nenhuns” e não estou. O que se passa agora é que ando borradinha de medo à espera do dia em que vou fazer a primeira asneira… porque esse dia há-de vir, dê por onde der… :\ Por enquanto acho que vou conseguindo dar conta do recado, mas dias de maior stress virão com toda a certeza…

Ah! Pormenor: pensava que ia ter três cadeiras e a tese de mestrado, mas afinal parece que só tenho que fazer a tese. Olha que chato… Assim vou ter dois semestres, portanto, tempo que sobra, para poder fazer uma coisinha minimamente decente e já não tenho que me preocupar mais com fazer exames, o que para mim era sempre um castigo…

Para acabar, o melhor momento da semana, que foi precisamente hoje, enquanto estava a ouvir o programa “Laboratolarilolela” (acho que é assim…) da Antena 3. Resumindo, parti-me a rir sozinha e pus os meus colegas de trabalho a olhar para mim com cara de parvos… Enjoy! César Pedro! O meu ídolo na arte de realizar vídeo-clips! xD

Até um dia destes!

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“eu tenho dois amores, que em nada são iguais…”